Em As Ruínas Perdidas de Arnak, os jogadores assumem o papel de arqueólogos que competem para marcar mais pontos enquanto exploram o ambiente do jogo.
Destaques
- As mecânicas centrais são as de alocação de trabalhador, que ocorre diretamente no mapa tal qual Everdell e Viticulture, com deck building, que ficam bem integradas entre si.
- A arte é incrível e o jogo em si é bem temático.
- Os componentes são ótimos, com destaque para as pontas de flecha e para os rubis.
- O tempo de jogo gira em torno de 30 min. por jogador, distribuído ao longo de 5 rodadas.
- Tem uma certa corrida por pontos na descoberta de novos locais e na trilha de pesquisa.
- A interação entre os jogadores é baixa e se concentra na competição pela trilha de pesquisa e na alocação de exploradores no mapa.
- Tem modo solo.
- Apesar da grande diversidade de ações e do manual relativamente grande, não é dificil de ensinar nem de jogar, mas jogadores iniciantes no hobby podem ter uma certa dificuldade que passa ao longo da partida.
Limitações
- O preço, que é deveras elevado.
- Me causou estranheza a falta de um insert, algo que é bem importante nesse jogo, dada a quantidade de componentes, especialmente considerando o valor dele por aqui.
- Apesar de eu ter jogado poucas vezes, o jogo base parece suscetível à criação de uma estratégia otimizada para vencer, focando na trilha de pesquisa.
Conclusão
As Ruínas Perdidas de Arnak é um jogo excelente. Se você curte alocação de trabalhador e/ou deck building, vale a pena no mínimo experimentar. No entanto, o preço de lançamento no Brasil ficou, na minha percepção, bem elevado, especialmente considerando a ausência de um insert para organização dos componentes.
Vale a pena importar?
Se o idioma não for problema e a depender do valor que você encontre, pode valer a pena importar. A dependência de idioma nesse jogo é relativamente baixa, concentrada em algumas cartas de itens e de artefatos com texto, e bem guiada por iconografia.